Quando a saudade vem quero por vezes rasgar o peito em tiras
Cutucar meu cérebro pedir pra parar de pensar
Ouvir poesias com rimas
E motivar meu coração a amar
Gritar bem alto impedido o eco de voltar
Colorir um espaço no céu de azul quando nublado estiver
Imaginar que o pardal virou canário e cantar
Que a terra da rodopios e coroa com flores a quem quiser
Enganar a saudade e tarefa inútil ela não sai de mim
Ate o instante que chega e me acalma enfim
Da de tua saliva de beber a este que espera e espera
Traz de turvo tempo o escurecer do dia quente de faltas e
carecias
Rega a alegria que brota do solo donde antes não pudera
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